Mata Grande: “Lous” e “Brandões” convocam parentes, amigos e correligionários em protesto contra decisão judicial

Na ânsia de resgatar o poder a qualquer custo, “Brandões” e “Lous” reuniram seus familiares, amigos e correligionários políticos numa manifestação na manhã de hoje pelas ruas de Mata Grande, no sertão de Alagoas, em protesto contra a decisão tomada pelo Tribunal de Justiça do Estado que, por um placar de 6×3, reconduziu o Prefeito Erivaldo Mandu ao cargo para o qual foi legitimamente eleito e do qual ficou afastado por três meses, período em que a cidade foi governada pelo Vice-Prefeito.

A grande maioria das pessoas presentes na manifestação configura explicitamente o inconformismo gerado pela perda do poder. Estas pessoas são, reconhecidamente, “tomadores de favores”, “paus mandados” da oposição e “que querem retornar aos cargos” de onde foram sumariamente demitidos com o retorno de Mandu para satisfazer seus  interesses financeiros.

A manifestação desta manhã seria até um ato de legitimidade, por que vivemos em país democrático, desde que a Prefeitura tivesse sido devolvida ao Mandu em condições de funcionar, com documentos em seus devidos lugares, computadores com os dados devidamente armazenados, funcionários identificados em suas funções, merenda dentro das Escolas, remédios nos Postos de Saúde, pagamentos em dia, dinheiro em conta, Programas funcionando, fornecedores identificados, enfim… Uma atitude no mínimo decente por parte dos perdedores.

O Prefeito Erivaldo Mandu retornou ao cargo que lhe foi conferido pelo povo, inclusive tendo como Vice-Prefeito da chapa o que hoje convoca seus parentes para ir às ruas “reclamar”. Na verdade, ele deveria, como diz o “matuto”, “tomar tenência” e prestar contas com honradez de tudo o que lhe está sendo cobrado na Justiça por meio da Ação Cautelar de Busca e Apreensão protocolada no Fórum da comarca de Mata Grande pelos advogados do município.

Espera-se de fato é que a cidade de Mata Grande possa retornar à sua normalidade, que a população seja tratada com o respeito que merece, e que a decisão que foi sufragada nas urnas pelo povo que hoje sofre pelas mazelas provocadas pelos três meses de uma administração nefasta e fadada ao fracasso seja fielmente respeitada.

Todo o resto é apenas intriga de uma oposição chefiada por interesses pessoais e de vontade de querer dominar uma cidade que não vai, em hipótese nenhuma, se render ao Coronelismo que quer, a todo custo, tomar posse do que não conquistou. 

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