Bebê que nasceu com apenas metade do coração sobrevive após cirurgia

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Um bebê com apenas metade de um coração voltou para casa depois de ter sobrevivido a uma cirurgia arriscada com apenas quatro dias de idade. Reggie Aslin nasceu com Síndrome de Hipoplasia do Coração Esquerdo (SHCE), um defeito raro em que metade do seu coração não se forma corretamente.

Depois de passar seis anos querendo engravidar, a mãe, Michelle, recebeu a notícia de que estava na 20ª semana de gestação. Os médicos disseram que Reggie tinha 50 por cento de chance de sobrevivência e passasse por uma operação em seu coração que prolongaria sua vida – os especialistas estimaram que o menino sobreviveria até a adolescência. Mas seus pais, Lee e Michelle, foram contra a ideia do aborto, e em primeiro de setembro, o pequeno Reggie nasceu.

Com quatro dias de vida, Reggie passou por uma cirurgia de nove horas – que o deixou com uma grande cicatriz no peito. “Após a cirurgia, nós fomos informados de que Reggie poderia permanecer no hospital por três ou quatro meses, mas ele se recuperou muito bem”, conta Lee.

Somente nessa semana, seus pais puderam levá-lo para casa para em Grimsby, em Lincolnshire.

Nós estávamos nos sentindo um pouco nervosos em trazê-lo para casa, mas ele está se virando muito bem. Ele é um pequeno guerreiro. Ele é um pequeno milagre. Estamos tão animados e ansiosos para passarmos nosso primeiro Natal com ele em casa”, comemora.

O casal passou seis semanas em Leeds Royal Infirmary e, com apenas quatro dias de vida, Reggie realizou uma cirurgia muito arriscada, que tem como objetivo fazer com que o coração do lado esquerdo trabalhe. “A primeira operação é sempre a mais perigosa, porque é a mais longa e mais complexa”, explicou um dos médicos.

O casal, que também tem uma filha de 13 anos de idade, Katelyn, disse que a família tem esperança de que novos avanços tecnológicos ocorram para aumentar a chance de sobrevivência de Reggie. “Significa muito tê-lo aqui, e não importa quanto tempo temos com ele, quer se trate de dois meses, um ano, 10 anos ou mais, estamos felizes por este tempo”, disse Michelle.

jornalciencia

20/10/16

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